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Onda de Calor SE Espalha e Afeta Grande Parte do Brasil

Uma extensa massa de ar quente e seco avança sobre o país, aumentando as temperaturas em diversas regiões. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) monitora a situação, que se estende desde a Amazônia Legal até o Centro-Oeste e Sudeste. O fenômeno, caracterizado por temperaturas 5°C acima da média por cinco dias consecutivos, já coloca grande parte do território sob alerta amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar, com índices que podem variar entre 30% e 20%.

Na Amazônia Legal, a onda de calor se manifesta com particular intensidade. Em estados como Pará (PA), Amazonas (AM) e Roraima (RR), a previsão é de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar a 37°C em Porto Velho (RO) e Palmas (TO). Embora haja previsão de chuvas isoladas em algumas áreas, como no noroeste do Amazonas e em Roraima, a umidade do ar tende a diminuir consideravelmente em outras localidades. Cidades como Macapá (AP) e Rio Branco (AC) também sentirão o impacto do calor, com mínimas previstas em torno de 22°C.

No Centro-Oeste, a onda de calor é particularmente severa. Regiões do Mato Grosso (MT) podem registrar máximas próximas a 40°C, enquanto Goiânia (GO) e Cuiabá (MT) também preveem temperaturas de até 37°C. A umidade relativa do ar em alerta amarelo é uma preocupação constante, com índices baixos que exigem atenção redobrada da população. Em Brasília (DF), a mínima prevista é de 18°C.

No Sudeste, o cenário não é diferente. A capital mineira, Belo Horizonte (MG), espera máximas de até 32°C, com mínimas de 14°C. O interior de São Paulo (SP) e grande parte de Minas Gerais enfrentam aviso amarelo para baixa umidade. O litoral de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ) e Espírito Santo (ES) pode ter mais nebulosidade e chuvas isoladas, mas o interior permanece sob influência do tempo seco e quente.

O Inmet reforça que a baixa umidade do ar aumenta o risco de incêndios florestais, especialmente em áreas de vegetação sensível como as encontradas na Amazônia. A população é orientada a beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nos horários de pico e a umidificar ambientes. A persistência dessas condições meteorológicas exige monitoramento contínuo e a adoção de medidas preventivas tanto pelo poder público quanto pelos cidadãos para mitigar os impactos da onda de calor.

Enquanto o calor avança em grande parte do país, o Sul do Brasil enfrenta um cenário distinto, com alerta laranja para chuvas intensas, que podem chegar a 100 mm/dia, e ventos de até 100 km/h em áreas de Santa Catarina (SC), Paraná (PR) e Rio Grande do Sul (RS). A instabilidade na região provoca chuva e trovoadas, contrastando com a seca que assola outras partes do território nacional.

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