A atriz Cissa Guimarães, 69 anos, utilizou as redes sociais na madrugada desta segunda-feira (20) para prestar uma emocionante homenagem ao seu filho, Rafael Mascarenhas, que faleceu há 16 anos. Em sua publicação, Guimarães expressou o sentimento de que o filho permanece presente em sua vida.
“Meu Rafa, meu anjo de luz… Hoje faz mais um ano que você partiu fisicamente, mas a verdade é que você nunca saiu do meu lado. Sinto sua energia vibrando em cada passo que dou, no som da música que você tanto amava e em cada batida do meu coração”, escreveu a atriz, transmitindo a profundidade de sua conexão.
Cissa Guimarães ressaltou a saudade que sente do filho, declarando seu amor incondicional. “A saudade é eterna, um espaço que nada preenche, mas o orgulho de ser sua mãe e de ter vivido o amor mais puro ao seu lado é o que me mantém de pé, sorrindo e celebrando a vida, exatamente como você gostaria. Te amo além do infinito, meu amor. Continue iluminando os nossos caminhos aí de cima. Salve, Rafael!”, declarou.
Rafael Mascarenhas, filho caçula de Cissa Guimarães, morreu tragicamente em 2010, aos 18 anos, após ser atropelado enquanto andava de skate no Túnel Acústico, na Gávea, Rio de Janeiro. O local, posteriormente, passou a levar o nome do jovem em sua homenagem.
A atriz, conhecida por seu trabalho na televisão e no cinema, é também mãe de Tomás Velho, 48 anos, e João Velho, 42 anos, frutos de seu relacionamento anterior com o ator Paulo César Pereio, falecido em 2024. Rafael Mascarenhas era filho do segundo casamento de Cissa Guimarães com o músico Raul Mascarenhas, 73 anos.
A notícia, embora comovente, se restringe ao âmbito pessoal da atriz e não possui ligação direta com eventos ou questões específicas da região amazônica, como desenvolvimento econômico, questões ambientais ou políticas locais. No entanto, a dor e a saudade são sentimentos universais, que ressoam em todas as comunidades, desde os grandes centros urbanos até as mais remotas localidades do interior da Amazônia Legal. A perda de um filho é uma experiência devastadora que transcende barreiras geográficas e sociais, impactando famílias em todo o país. A forma como Cissa Guimarães lida com o luto e mantém viva a memória de Rafael demonstra a força dos laços familiares e a importância de celebrar a vida, mesmo diante da adversidade. Essa resiliência pode servir de inspiração para muitas pessoas que enfrentam situações semelhantes em suas vidas, independentemente de onde residam, seja em uma metrópole como Manaus (AM) ou em uma pequena comunidade ribeirinha no Pará (PA).
