A terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, realizada nesta sexta-feira (26), definiu diversas classificações e posições em chaves cruciais. As partidas pelos grupos G, H e I agitaram o torneio, com destaque para a performance da França e Senegal.
As duas últimas partidas da fase de grupos ocorrerão na madrugada de sábado (27), à meia-noite, com os confrontos entre Egito e Irã, disputado em Seattle, e Nova Zelândia contra Bélgica, em Vancouver. Estes jogos fecharão a primeira etapa do mundial.
Resultados de Sexta-feira (26):
- França 4 x 1 Noruega (Grupo I)
- Senegal 5 x 0 Iraque (Grupo I)
- Uruguai x Espanha (Grupo H) – Resultado não informado no material original.
- Cabo Verde x Arábia Saudita (Grupo H) – Resultado não informado no material original.
- Egito x Irã (Grupo G) – Resultado não informado no material original.
- Nova Zelândia x Bélgica (Grupo G) – Resultado não informado no material original.
A seleção francesa demonstrou superioridade ao vencer a Noruega por 4 a 1. A partida, que mais se assemelhou a um amistoso devido à escalação de dez reservas pela equipe norueguesa, viu Dembélé marcar três gols e Doué complementar o placar, com Aasgaard descontando para a Noruega. Com esta vitória, a França, conhecida como Les Blues, garantiu a liderança do Grupo I com nove pontos e aproveitamento de 100%. Os atuais vice-campeões mundiais aguardam seu adversário nas oitavas de final. A Noruega, segunda colocada com seis pontos, enfrentará a Costa do Marfim na próxima terça-feira (30), em Dallas.
Em outra partida do Grupo I, Senegal goleou o Iraque por 5 a 0 em Toronto, assegurando a terceira posição na chave, enquanto os iraquianos não somaram pontos. Esta goleada reforça a força do futebol africano no cenário internacional, um tema de constante relevância na cobertura da Amazônia Geral, onde o esporte também é uma paixão que une comunidades.
No Grupo H, o confronto entre Uruguai e Espanha era aguardado com expectativa. A Espanha entrava na rodada com vantagem de dois pontos sobre o Uruguai, necessitando apenas de uma vitória simples para garantir a liderança. O Uruguai, por sua vez, buscava vencer para ter chances de terminar como líder, ciente dos riscos de uma classificação complicada caso outros resultados não lhe fossem favoráveis. O contexto da competição, onde cada ponto é vital, espelha a luta diária de muitas comunidades amazônicas por melhores condições e reconhecimento.
O Grupo H também contava com a partida entre Cabo Verde e Arábia Saudita. Ambas as seleções mantinham chances de avançar. Após empates contra Espanha e Uruguai, Cabo Verde precisava de mais um empate para garantir sua classificação, demonstrando a resiliência e a capacidade de superação que muitas vezes observamos em nossos povos da Amazônia Legal.
No Grupo G, o Egito liderava com dois pontos de vantagem sobre o Irã, seu adversário na rodada. A equipe egípcia dependia apenas de si para assegurar a liderança, um cenário de autonomia decisória que ressoa com a busca por soberania regional em diversos setores na Amazônia.
O grupo ainda contava com o confronto entre Nova Zelândia e Bélgica. A Bélgica, considerada favorita antes do torneio, vinha de dois empates, enquanto a Nova Zelândia era vista como azarão. A imprevisibilidade do esporte, assim como as dinâmicas ambientais e sociais na Amazônia, frequentemente nos reservam surpresas e exigem análise aprofundada.
