Macapá (AP) – O Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro), unidade ligada ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Amapá (PM/AP), realizou a prisão de duas pessoas durante operações distintas ocorridas na zona sul de Macapá no último fim de semana. Um dos detidos é suspeito de envolvimento com tráfico de drogas e o outro possuía um mandado de prisão em aberto.
A primeira ocorrência atendeu a um chamado da corporação enquanto os policiais realizavam patrulhamento ostensivo nas imediações da avenida Luís Alves Cunha, no bairro Congós. Segundo informações contidas em relatório policial, a guarnição avistou um indivíduo que tentou evadir para o interior de uma residência ao perceber a aproximação dos agentes. Foi efetuado acompanhamento tático e o suspeito foi alcançado.
Relatos indicam que o indivíduo apresentou resistência à abordagem, mas foi contido pela equipe. Durante a revista pessoal, os policiais encontraram com o homem diversas porções de substâncias entorpecentes, além de uma quantia em dinheiro em espécie. Um detalhe observado pelos militares foram lesões, descritas como marcas de balas de elastômero, no corpo do suspeito. Ao ser questionado, o indivíduo teria informado que fugiu de uma barreira policial dias antes. Ele foi conduzido à delegacia competente, juntamente com o material apreendido, para as providências legais.
Em uma ação posterior, horas depois, outra equipe do Giro estava em patrulhamento na avenida Evandro Carneiro de Melo, também na zona sul da capital. Os policiais visualizaram dois indivíduos em uma bicicleta que, segundo a corporação, tentaram empreender fuga ao notar a aproximação da viatura. A dupla foi interceptada.
Após consulta nos sistemas de dados da polícia, verificou-se que um dos ocupantes da bicicleta possuía um mandado de prisão em aberto. Diante da constatação, este indivíduo foi detido e conduzido ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) do Pacoval. No local, foram tomadas as medidas cabíveis para o cumprimento do mandado judicial. A Polícia Civil deve prosseguir com as investigações nos casos.
